Sexta-feira, Setembro 19, 2008

Escrito por estes dias...



29 Agosto, Luanda, trânsito caótico

Como tudo o que aqui se passa é comicamente estranho, não posso esquecer de relatar alguns acontecimentos deste meu novo quotidiano. Tentarei ser breve e precisa:

Na companhia do meu amigo Filipe (director de actores), enrolei-me na confusão do trânsito de Luanda com o único sentido de encontrar um sítio barato para jantar. Lembrá mo-nos no Ricalto. Penso voltar à esquerda, mas antes de o fazer pergunto ao polícia se o posso. Este responde-me afirmativamente e no momento seguinte obriga-me a parar o carro com o intuito de me autuar defendendo que eu tinha acabado de fazer uma contra ordenação. Pediu-me todos os documentos possíveis e imaginários pertencentes ao carro e a mim mesma. Pronto: “vou multá-la por contra ordenação no valor de 7500Kz” (valor equivalente a 75€). Ou seja, estava a ser multada por uma infracção que cometi com a autorização do senhor polícia. Conversa puxa conversa (se é que aquilo se possa chamar de conversa...) coloco 2000Kz no livro de multas, recebo todos os documentos que tinha dado para análise e recebo a continência do sr. Polícia agora corrupto. Ou seja, subornei um policia com 20€ (mais coisa menos coisa...)


Não esquecer que estamos a 7 dias das eleições....

País bonito este.

Domingo, Setembro 14, 2008

Insondáveis 7000km

Tenho quase a certeza que não tenho certeza da certeza dos meu caminho. Vivo que não vivo o mundo a viver à minha volta e sei que nada sei porque á minha volta nada “é”, no seu estado profundo e verdadeiro do ser. Riu da desgraça de terceiros, choro da falta de compreensão para com a primeira pessoa do singular. Saio para ver o mundo sem me aperceber que apenas me dão o direito de ser observada, mas nada ver nem já quase sentir e desejar. Sinto aqui neste meu canto de solidão do meu eu. Sinto e sorrio ao encontro de novas sensações. E riu da percepção da imensidão da ignorância estampada no rosto de todos aqueles que são enforcados pela tremenda estupidez diária da inútil visão do próprio umbigo. Abro a porta e lá fora está tudo sujo. Janto e volto para casa com a sensação de fraqueza, de desidratação... tenho fome de frases construídas coerentemente, palavras meigas e amigas, acções singelas e genuínas esquecidas de vaidade e procura incessante de mérito reconhecido. Tenho no coração quem quero e gosto e abraço-os com todas as forças do meu ser para não os perder. Viajo com todos eles na minha pura e inocente imaginação, numa enorme baderna de emoções e experiências, comunicando apenas com o olhar que me define e aprofundando o tacto que me diferencia dos ditos pudicos. Assim respiro a 7000km de distância do berço de onde vim.

Quarta-feira, Agosto 13, 2008

::: life or something like it :::

As coisas acontecem, coisas que não antecipamos... em retrospectiva, pensamos “se eu soubesse... teria mudado alguma coisa? Teria feito mais?” Ou será que pensava “Preciso de mais tempo!”


A vida faz sentido?



Tenho andado a pensar nesta coisa da “vida” e naquilo que faz sentido...



Por vezes parece que estou a tentar ser algo que não sou. Faz sentido?



Alguém um dia disse “Vive cada dia como se fosse o último....porque um dia será mesmo!” E tem graça, porque há dias que parece que é mesmo o derradeiro. Há dias que morre uma parte em mim... julgo que para nascer uma outra muito mais florescida... é um pouco como a história da semente que tem de morrer para virar flor...



Se pensar bem, não sou diferente de todos os outros seres que povoam este planeta, seja lá ele qual for. Porém, fico feliz por pensar que fui, sou e serei diferente dos demais seres. Faz de mim uma pessoa especial que aspiro um dia ser para alguém. A bomba de oxigénio, a colcha de inverno, os ovos da omelete, a água corrente após um dia de trabalho, a escova de dentes, um ser dentro de um ser, porém numa configuração desprendida.



E a vida é o quê? Serão actos diários que vamos inconscientemente tornando rotineiros, monótonos e desinteressantes, provocando a necessidade de questionar o sentido dela mesma? Será que tenho de ser eu a contornar a situação provocando choques eléctricos a este meu espaço de tempo decorrido entre o meu nascimento e a morte? Será que, afinal, está em mim essa responsabilidade de explicação alusiva à intenção pela qual aqui permaneço? Então... isso quer dizer que posso tornar-me vulgar ao assumir a velha máxima que “eu sou a vida!” tal como Jesus Cristo!

Quinta-feira, Julho 10, 2008

..:: o sentido mora ao lado…

Quando a vida te dá por certo
E nada por concreto,
Quando algo te move
E nada te ocorre,
Dá-te por entregue ao inevitável e completamente inadiável.

Aquilo que tu sabes, não é aquilo que mostras!

Onde quer que vás
O tempo não volta para trás.

Faz a vida por ti.
Traz tudo por fim!
Porque quando ao derradeiro chegares,
Saberás em que te focar.
Até lá, nada na vida é certo
E muito menos te parece concreto…

Move-te!! De certeza que algo te ocorre!!!!

Domingo, Junho 08, 2008

DESCRIÇÃO DO PERSONAGEM

As pessoas falam comigo e eu não as entendo. Na verdade, não tenho paciência para dispensar parte do meu tempo para compreender esta questão verbal. Tento encontra-los na escrita, no meu porto seguro, na minha terra natal.


As inconformidades anexadas a vidas pesarosas tornaram-me numa pessoa fria e distante, ausente de valores morais e afectivos. Cruel e desumana.





Agarrar todas as oportunidades e refugiar-me no trabalho, criando a obrigação de cumprimento de horários e ocupação de tempo e cabeça, tem feito de mim uma pessoa perdedora dessas mesmas sensibilidades.





Nada disto serve de desculpa para o meu comportamento e desatenção para com todos. Serve apenas para analisar e tentar perceber o back story desta personagem com um olhar perdido, ansioso de alegrias e sorrisos, ainda criança carente, mulher para os imprevistos, com receio de terceiros, desconfiada das boas intenções do mundo e com um coração maior que razão, sendo sempre amiga do seu amigo. Não conhece o conceito de abandono a não ser que lho apresentem.





Sento-me numa esplanada algures por Lisboa. Aqui esburaco mais uma bifurcação: pensar ou sentir?
Muitas são as vezes em que não sinto o que penso, assim como tenho medo de pensar no que sinto. Tenho tantos sonhos, mas muito medo de os atingir. Na verdade tudo isto não é mais do que o reconhecimento da ausência do próprio conhecimento para atingir um mundo fantástico. Ao mesmo tempo sou apologista da ideia da não concretização total de tudo o que sonhamos, para nos obrigar a continuar a caminhada, continuar a ter objectivos nesta peregrinação.






Deixar portas abertas ou, como um dia referi, deixar páginas em branco para um dia mais tarde as preencher é o espelho mais correcto do que escrevo. Talvez seja este o caminho correcto, espero que sim, nunca o saberei.





Esta minha luta incessante, para descrever esta personagem de mim mesma, obriga-me a estar atenta à minha esfera. Com toda a certeza que andarei nisto anos e anos sem fim… mas enquanto aqui andar, nunca me cansarei de, não só descrever esta mesma personagem, como também fazer o seu percurso para melhor o tentar interpretar e sentir.

Sexta-feira, Junho 06, 2008

Nas profundezas do ser…

















Por vezes, aquando confrontada com barreiras infindavelmente inesperadas, esqueço-me dos meus objectivos. Já nem me lembro sequer das minhas raízes. Do inicio do ser. O livro já tem tantas páginas que a minha memória de formiga palpita e me bate à porta a incómoda amnésia do saber. Muitos são os caminhos percorridos. Muitas são as linhas preenchidas com caracteres incompreendidos.

E assim, como um rasgo de luz, me regressa à memória o sentido pelo qual respiro. E me apercebo que os objectivos nunca se movimentaram, como umas crianças que se comportam bem num casamento à espera de receber a recompensa desejada. Apenas fico perturbada com as incalculáveis alterações e desvios que fui obrigada a percorrer. Mudanças essas que me clarificam as ideias, anulam factos sem qualquer encanto e focam o essencial dos acontecimentos, merecendo assim a minha maior consideração. Tornam-me “objectiva” perante os “objectivos” a atingir.

Olhando para trás, não muito tempo, vejo uma estrada cheia de tantas sensações, emoções, experiencias, sentimentos e conhecimentos maiores do que o próprio tempo sujeito a análise:

ILUSÕES criadas pela expectativa de uma forma rápida e tranquila para acelerar o processo de objectividade, sem nunca me lembrar que tudo na vida tem um “timing” perfeito, um caminho unicamente solitário e lutador para se conseguir essa mesma tranquilidade objectiva;

DESGOSTOS provocados pelas opções escolhidas no processo de ilusão, sem nunca me lembrar que mesmo para voar há que ter os pés bem assentes no chão;

FRUSTAÇÕES anexadas às advertências do percurso de vida, sem me aperceber que me foram entregues como exímios formadores alterando o meu estado, a minha permanência, crença e demais formas de me impor. Garantindo-me uma postura benéfica para confrontar novos parceiros e arrelias adversas à minha forma de objectivar;

SURPRESA no findar de uma etapa cheia de tempestades sumptuosas e aterrorizadoras. De cheias infindáveis, tsunamis, terramotos e afins…

Perceber qual o lado certo é algo que não consigo atingir e julgo que nunca o conseguirei. O futuro ninguém o apanha. O passado serve apenas para fazer parte dele mesmo. Serve para se manter lá longe, bem longe para não lhe podermos tocar, falar nem já sentir. Apenas trazer na memória que algum dia existiu para me formatar a um presente real com história e vivencias, sentimentos e interesses concretos para, passo a passo, percorrer o rasto deixado pelo futuro. Mas nunca posso ter em mente que o vou ou quero apanhar, porque no dia em que o fizer a vida perde o sentido. Morro. Viro vegetal.

A ambição deve seguir sempre lado a lado com a nossa essência, para nos bombear as veias e garantir a verdadeira profundeza do nosso ser.

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.” by Oscar Wilde

Segunda-feira, Maio 19, 2008

MUDANÇA


“Muda, pois quando a gente muda o mundo muda com a gente, a gente muda o mundo na mudança da mente e quando a gente muda a gente anda pra frente e quando a gente manda nem manda na gente, na mudança de atitude não a mal que não se mude e nem doença sem cura, na mudança de postura a gente fica mais segura, na mudança do presente a gente molda do futuro…”

by Gabriel o Pensador


A mudança mete-nos medo, assusta-nos, torna-nos pequeninos, deixa-nos frágeis, sensíveis e susceptíveis.

Mas se não nos adaptamos a ela somos ultrapassados, ficamos estagnados no tempo. Conformados com a não-aceitação da actual realidade. Morremos. Perdemos bombadas, luzes, esperança. Criamos raízes profundas na profundeza da tristeza acumulada na mudança inadaptada. Obriga-nos a crescer! E quer queiram quer não, crescer dói. E muito!

A vida dá muitas voltas.

“São voltas mano, voltas que a vida dá. A vida dá voltas, volta e meia e já estás cá…”
by 10ª

Por vezes, quanto mais se muda, mais fica tudo igual.
Por vezes a mudança é bonita e estimulante.
Por vezes a mudança é… nada!
Por vezes a mudança é… tudo!
"Sinto-me nascido a cada momento
para a eterna novidade do mundo..."
by Fernando Pessoa

Quinta-feira, Março 27, 2008

Amor (mais uma tentativa)

Uma subjectividade como tantas outras, assim como o conhecimento, a verdade. Mas o mais engraçado é que ninguém dispensa muito tempo para tentar definir e os compreender. Diz-se apenas que são “subjectividades”. Mas se pensarem bem, este é o à trique perfeito. Ambos precisam uns dos outros para vincarem a sua “personalidade”. Amas o que não conheces, vives dia – a – dia nessa verdade, continuas a amar e muitas vezes em maior quantidade. Passas ao conhecimento, a um outro tipo de conhecimento e de verdade. Com eles o teu amor altera-se perante a subjectividade do conhecimento que é a tua verdade.

Ama-se tudo e não se ama nada.

Consegues amar uma quantidade de seres ao mesmo tempo, depositas em cada um deles uma poção desse amor, catalogá-los. Consegues sentir diversos efeitos dessa catalogação, sempre misturados, sempre incompreensíveis. Deixas de ser tu porque entras em contacto com uma nova dimensão que desconhecias. Aí precisas da realidade, da aceitação das tuas frustrações, das tuas desilusões, dos teus ciúmes, dos teus rodeios. Perdes essa identidade e ganhas outra, partes para o conhecimento dos truques, das mentiras, dos jogos, das abdicações e, por fim, da entrega, da aceitação. Pode parecer confuso, distante e frio. Infeliz ou felizmente é esta a minha relação com o Amor.

Porém, se pensares para pensar no tempo dispendido desde a percepção, à realidade, à aceitação até à entrega, vais perceber que este tempo não foi assim tão pouco. Se te considerares importante e contabilizares esse tempo que despendeste ao receber um novo sentimento, a percebe-lo e a catalogá-lo, vais perceber que isso é Amor, por muito estranho que te possa parecer.

Não importa o grau, a forma, o local, o tempo, o que importa é sentires amor por tudo, por todos. Colocares a verdadeira paixão no que fazes, no que dizes, no que sentes. Transmitir essa mesma paixão, esse mesmo amor a todos os que te rodeiam. Criar químicas, magnetismos. Usufruir daquilo que melhor sabemos fazer: AMAR!

Independentemente daquilo em que esse amor te possa tornar, não te importes se te apetecer chorar até mais não, pois muitas vezes o amor deixa-nos vulneráveis, sensíveis, com medo de perdermos aqueles de quem mais gostamos. Não te preocupes se te apetecer rir à gargalhada durante todo o dia, num tom bem alto que te provoca câmbreas na barriga, porque o amor é o estupefaciente mais poderoso de todo o sempre. Liberta-nos. Transforma-nos num qualquer “super herói” portadores de enormes poderes ultra sónicos com capacidade de ajudar tudo e todos. Tudo parece possível e alcançável, tudo parece magnífico.

Não te importes de sentir o amor de todas as frentes, mesmo que não o consigas definir. Sente apenas. Liberta-te. Entrega-te. Seduz e deixa-te ser seduzido pelo Amor. Porque, apesar de parecer ridículo ou um cliché, o Amor é vida. E quanto a isto não há definição possível. Apenas a aceitação de uma pura e magnifica subjectividade da vida.

Segunda-feira, Março 10, 2008

pensamentos soltos

Seria engraçado conseguir colocar num só livro todos aqueles que passaram por mim e, que de certa forma, são os responsáveis por aquilo em que me tornei e formei. Será isso exequível, coerente, sem causar, de formal alguma, estranheza a todos os presentes, mas atribuindo-lhes, isso sim, um enorme sentido de importância e gratidão, atenção e valor que lhes deixo na minha partida.

Olho agora para a vida como se tivesse já vivido 70 ou 80 anos, e coloco em palavras sentimentos e observações como tal, não me recordando que tenho apenas um quarto de século e que ainda nada sei.

Mas nesse tal livro…colocava todos aqueles que me fizeram chorar, porque graças a eles tornei-me fria e insensível perante determinadas situações, tornei-me num ser capaz de superar exactas e determinadas emoções e acções. Colocava todos aqueles que me fizeram rir, porque partilharam comigo momentos inesquecíveis, porque me fizeram rir quando queria chorar, porque não desistiram de mim e me mostraram uma nova peça de teatro onde a alegria tem sempre lugar na primeira fila. Colocava todos aqueles que me ignoraram e não me deram o devido valor, porque graças a eles tornei-me numa pessoa com excelentes capacidades, com uma enorme competência e sentido de responsabilidade. Colocava todos aqueles que fingiram gostar verdadeiramente de mim, usando esse disfarce para entrarem numa onda de golpistas de baús, porque graças a eles tornei-me numa pessoa descrente no que ao amor diz respeito sem nunca mais conseguir sentir borboletas na barriga, tornei-me numa pessoa psicótica sempre à procura do segundo sentido para uma determinada frase, palavra ou acção. Colocava todos aqueles que de facto gostaram verdadeiramente de mim e a quem eu nunca dei hipótese, a quem eu nunca demonstrei grande atenção.

Todos estes adjectivos definem a minha pessoa, definem aquilo que foi sendo criado ao longo dos meus dias lado a lado com a minha essência. Lado a lado e não por cima ou em substituição de. A minha essência nunca sofreu alterações.

Em termos práticos, seria engraçado colocar num único espaço todas essas pessoas fisicamente. Olhar para elas, falar com elas, conviver com elas, partilhar com elas um desejo, uma loucura, um devaneio. Organizar uma festa onde todos partilhassem o mesmo espaço. Onde todos se envolviam e se descobriam carnalmente, sem receios, tabus ou preconceitos. Onde todos partilhavam prazeres nunca antes descobertos, onde todos partilhavam o mesmo estupefaciente, a mesma adrenalina, a mesma música, o mesmo ritmo, os mesmos cheiros, os mesmos sabores. Onde todos se esqueciam quem são, de onde vêm e para onde vão.

No findar da festa, 3 ou 4 dias depois, todos regressam às suas vidas, regressam às rotinas entranhadas até ao tutano, regressam à estupidez diária daquela inútil visão do próprio umbigo, regressam à tal falsa liberdade do ser. Ao mundo pequeno e fechado dos ditos entendidos. Mas desta vez, regressam com a certeza que conseguiram atingir o verdadeiro “eu”, no momento exacto em que se esqueceram dele, no momento em que não o deixaram entrar na dita festa que eu pensei em tempos organizar.

Quarta-feira, Fevereiro 27, 2008

Na verdade….

…percebo bastante bem! Apesar de não querer, como sabes…
Mas também, na verdade, não me vale de nada perceber! Fico para aqui sem saber como lidar com a percepção de não saber o que fazer com o perceptível (cá estou com os meus atónitos trocadilhos do costume… já dizia o outro “não é defeito…é feitio”).

Na verdade, comparo tudo isto a um qualquer carro com mudanças automáticas. Aparentemente é mais fácil e prático, mas, na verdade, não o sei conduzir. E é aqui que reside o problema; o carro deveria conduzir-me a mim e não ao contrário como tem vindo a ser “lógico”. Porque razão me cabe a mim passar horas intermináveis a tentar perceber como se trabalha com um aglomerado de lata, quatro rodas e dois pedais, só porque “está na moda”.
Pois é, na verdade, o mundo está ao contrário. Porque o que na verdade seria de valor, era o carro estudar-me a mim e adaptar-se às minhas necessidades!

Mas, como se prova, na verdade, a vidinha é mesmo assim: estranha. Pelo menos, esta é a forma que eu tenho, por defeito, qualificar tudo e todos que decoram aquele meu espaço de tempo entre o meu nascimento e a minha morte; seres estranhos com uma enorme incapacidade de me acompanharem. Na verdade sou bastante narcisista! Nunca antes o admiti, talvez por nunca ter pensado muito nisso, senão agora. Mas sim! É mesmo verdade. Sou narcisista. Na verdade, penso sempre que tenho um raciocínio muito mais minucioso e astuto, mais inteligente e coerente, mais e mais do que qualquer outro ser mortal. Esta é outra, na verdade, não percebo porque não sou imortal tendo eu que me resignar com a atónita aceitação de ser como tantos outros meros seres. Porém, estou, na verdade, ditosa por ter a certeza que, mesmo assim, não existe ninguém que tenha a mesma grandeza, valor, forma, aspecto ou qualidade que a minha objectividade. Sou um ser mortal eremítico. Na verdade, sou como um melro-azul! Daí preferir, muitas vezes, estar sozinha! Longe de tudo e de todos. Por achar que não existe ninguém capaz de perceber o meu estado de necessidade de isolamento. E, na verdade, não há! Ainda não o encontrei.

Na verdade … percebo bastante bem!




*Verdade: Filos., – formal: verdade que não implica contradição, que consiste num acordo de pensamento consigo próprio; verdade que assegura a lógica formal.
*Melro-Azul:
É uma ave tímida, que não tolera muito a aproximação de seres humanos. No entanto, pousa geralmente em locais altos e visíveis, podendo ser facilmente observado à distância.

Segunda-feira, Janeiro 28, 2008

&%$&$&%&#$%$%#$&#&$%&??????


Ao final de quase dois meses de ausência cá estou eu novamente a apresentar a inutilidade dos meus caracteres. Dois meses de profundo desinteresse e de uma enorme confusão emocional e profissional. Nada de muito novo e cativante, como se pode constatar. O mesmo atónito de sempre.
Que sabemos nós do futuro? Quem sabe? O futuro não passa de meros abrigos que construímos no presente com os ensaios do passado. Assim é também aquilo a que os mais alucinados chamam de amor. Ou pelo menos esta é a forma como eu olho para esse monstro usurpador da sanidade mental. O passado como ladrão de essências genuínas que passa o cunho para o presente, esse instrutor de construções de massas protectoras que nos obrigam a manipular o futuro com medo de sermos manipulados por ele mesmo. Passamos a comer sem chegarmos à conclusão se gostamos ou não. Comemos só aquilo que faz bem à saúde. O sabor dos alimentos pouco importa.
O que se pergunta agora ao nutricionista, aquele senhor de bata branca que tem por gosto analisar a fundo cada paciente sem sequer se questionar se estamos para aí virados, há por algum acaso uma ementa onde conseguimos coadunar o gosto pela comida e o “faz bem à saúde”?
Bem, mas isso agora também não interessa nada! São outros quinhentos, como o povo costuma dizer…
Um assistente de realização por favor! Preciso que me façam a folha de serviço para “o amanhã”!

Segunda-feira, Dezembro 03, 2007

Um atónito diagnóstico perante o atónito olhar daquela que é atonitamente diagnosticada…

Instável no que respeita à vida profissional, emocional e às relações com as pessoas que me rodeiam.
Imatura no que à confrontação e resolução de problemas compete.
Desiludida face às consequências das minhas decisões de mudança.
Triste e desmotivada perante a percepção da dificuldade em se conseguir atingir os nossos objectivos.
Confusa no que aos sentimentos e vivências diz respeito.
Descuidada e desinteressada pela minha aparência física e demais aspectos que, anteriormente, cativavam e mantinham, como forma de crédito, a presença daqueles que, como sei, me poderiam dar aquilo que necessito.

Um livro cheio de tudo e ao mesmo tempo cheio de nada.

Uma respiração preocupante.
Batimentos cardíacos cada vez mais assustadores.
Poucas horas de sono.
Muito fumo.
Muito stress.
Muita cafeína.

Cá estou eu com 25 anos!

atónito maior??!

Terça-feira, Setembro 25, 2007

Vómitos da alma

Ao longo da vida surgem-nos algumas, boas, oportunidades de contacto com experiências igualmente boas e saudáveis. Vamos conhecendo pessoas que, de uma forma ou de outra, nos marcam e cravam bem fundo a sua bandeira no nosso livro.
Toda a vida é, na sua razão de existir e ser, um longo livro onde declamamos, através de caracteres, as absorvências dela mesma (a vida). O meu (livro), tenho consciência que, com apenas 25 anos de escrita e leitura, já está bem preenchido com tudo aquilo que faz de mim aquilo que sou, que sinto e a forma como a vivo (a vida). Porém, muitas são as páginas em branco que vou deixando, propositadamente, ao longo desta edição, na esperança de reencontrar determinadas e exactas sensações para as preencher. Nunca antes percebendo que para tudo o que vive e respira existe um 'timing' perfeito e genial que deixa de o ser aquando não aproveitado o 'tempo de antena'. Quanto às outras (páginas brancas) … esperam ser preenchidas para um dia, aquando o início da noite bater à porta, eu, sentada numa cadeira de baloiçar junto da lareira, com duas mantinhas como aconchego, me servir delas (as páginas) para adormecer os meus netos que me farão companhia, todos eles sentados em mantas em meu redor. Aí ponho Maria Bethânia a cantar "Tocando em Frente" de Almir Sater e sinto-me feliz, ao mesmo tempo que deixo derramar uma lágrima de felicidade quando reparo que os meus netos não querem dormir, mas sim ouvir mais e mais…

E tudo isto porquê? Tudo isto porque gosto de ler e escrever. Porque faz de mim o pássaro que não sou, mas que aspiro ser…um dia… quem sabe mais tarde…noutra encarnação… Tudo isto porque, na realidade, sou um ser estranhíssimo, ultra ligado às sensações e emoções diárias. Ligado a todos aqueles a quem dou importância. Sou um ser sensível e bastante frágil. Daí a conta bancária visitar o negativo uma vez por outra…pois compro muitas bonecas falsas. Sem nunca me perceber que sai mais barato reparar a verdadeira boneca de porcelana que caiu e se partiu…
Talvez…
Mas isso agora também não interessa nada…

Quarta-feira, Setembro 19, 2007

exacto...



Assim, sem sabermos bem como, entra uma mosca chata na sala e atormenta-nos a concentração que deveríamos ter durante a tarde. A incapacidade de progressão é imensa, quase como se fossemos totalmente incompetentes. Estranho é gostar-se desse desconforto. “É do calor” diz-se por aí. Talvez seja. O tempo ‘caliente’ faz destas coisas. Sente-se o corpo a sofrer alterações e com ele a mente.

O jogo dos encantos entre mim e mosca continuam durante a noite. E pelo que parece continuaremos neste procedimento até que a impregnação nos consuma. Ou isso ou um emparelhamento ilegítimo e dissimulado. Se bem que, sendo eu aquele ser humano forte e com grandes capacidades de me saturar e quebrar qualquer boa paciência, sinto em mim um certo poder de pegar no mata moscas e achatar a mosca contra a parede. Mas aí perde-se aquele sentimento que nos leva a procurar o que é necessário, útil ou agradável. Ou seja perde-se a piada.

Por isso vou continuar aqui no meu canto, observando a mosquinha a sobrevoar a sala que ocupo, fazendo um esforço para me concentrar e continuar o que estou a fazer.

Sábado, Setembro 01, 2007

No século XXI e ainda sem definição…


O amor é tão subjectivo quanto objectivos tentamos ser em relação a ele mesmo.

Dou por mim grande parte dos meus dias a pensar e a sentir amor por tantas pessoas. Eu amo o mundo. Sou uma amante por natureza. Mas não o consigo demonstrar. Fecho-me em copas, neste meu mundo metódico e aparentemente ambíguo, na esperança de não ser descoberta preferindo ser vista como insensível, fria e distante.

Aqui, neste meu mundo, consigo indagar todos os cheiros, ouvir todas as gargalhadas, sentir todas as vibrações que vivi ao longo do dia. Aqui, consigo dar guarida a tantas almas… Aqui faço uma festa com todas essas almas que alegram o meu dia quando olham para mim e me sorriem contentes por me ver.

Confusa quanto a tantas informações recebidas nos últimos dias e perplexa quanto à percepção da imensidão da minha ignorância e distracção, sinto algum receio em dizer que seria capaz de fazer amor com todas essas almas. Mas a verdade é que sinto que seria bem capaz de o fazer.

Segundo a Meg Ryan, num qualquer típico filme atestado desse mesmo sucesso notável, passar uma noite inteira a tirar lombrigas do cu de um cão com um único dedo, para este não ter um fim triste e próximo, é amor.

Segundo o dicionário “viva afeição que nos impele para o objecto dos nossos desejos”.

Segundo um qualquer designer é chegar aos quarentas e picos anos a fazer uma directa exercendo a profissão de parteiro de uma cadela do ex da actual mulher que não põe os pés em casa há um mês iludida com a ideia de ir para o Dubai.

Segundo uma qualquer cota é chegar aos quarentas e picos anos a comprar gravatas o ano todo ao ex, desculpando-se que é a prenda da filha para o dia do pai, dos anos, do natal… Mais dias festivos houvessem…

O amor, essa coisa indefinida, estranha e viciante… tem destas coisas… vai-se lá saber explicar… ou sentes ou então ‘tás fora. E eu às vezes tenho medo de estar dentro!

Domingo, Agosto 26, 2007

Quinzena Obidense




Ao 14º dia bate à porta aquele sentimento parvo que nos suga o pouco raciocínio que resta, o abatimento profundo de tristeza, causado pelas saudades. Um sofrimento precipitado quanto ao findar de uma temporada bem passada onde se conjuga uma saudável aprendizagem profissional com um astronómico sentido de amizade muito intenso.

Aqui, no coração desta muralha muitos outros corações palpitam e sentem bem na pele a aflição de uma arritmia crónica. Aqui, onde não se sente o tempo passar, onde os dias parecem semanas, onde a noite é uma aliada, onde o nascer do sol nos arrasta todas as madrugadas, perde-se o sentido lógico de hierarquia e abre-se as portas a uma relação mais humana e sincera.

É com um místico de alegria com uma dor profunda que enfrento o encerramento de um evento tão imponente como fatigante.

Quero, em nome de todos aqueles que pernoitaram na “casa do sesso”, agradecer aos nossos “Cotas Protectores” esta grande oportunidade, assim como todo o apoio, cumplicidade, sensibilidade, companheirismo e respeito. Sem vocês, nada disto seria possível.

Quero também agradecer a todos os residentes da “casa do sesso” por nunca terem dado pums em público. Acho que é bastante pertinente este agradecimento.
A todos vocês, minha nova família, quero deixar aqui bem claro que não é nada confortável receber ‘moxes’ quando se está a dormir. Não sei o que acham, mas a realidade é que dá imensa vontade de mandar pums nessas alturas.

Carlos, vou ter saudades das nossas conversas no sofá. Prevejo para os próximos tempos algumas horas passadas no sofá de cada um, com o portátil à frente a teclar valentemente um com o outro para não perdermos de vista este vírus da comunicação. Obrigada por tudo e espero sinceramente que preenchas esse buraquinho que falta na tua vida. Acho que darás um bom pai. Nunca vou esquecer a forma como fazes flexões “escondido” no meio da sala para que ninguém te veja. Nem nunca vou esquecer a forma como chegaste ao meu quarto a fazer queixa das velhas que te viram em cuecas. Lollolololollol

Marco, ‘bora ver um filme dos teus? Ou a Liliana a beber água em directo? Ou um jogo de futebol? Não! Espera, tenho aqui o RECORD! Ou será que ficou no carro da Elisa???
Sempre de uma forma mais distante ruçando na hostilidade, és das pessoas mais presentes e marcantes. Com essa cara e esse corpo é uma pena não teres ninguém do teu lado. Deves ser bastante esquisito e selectivo. Mais do que eu! A verdade é que és tu que animas a casa. És um verdadeiro maluco. Na verdade, mais que todos nós juntos. Tu não prestas mesmo!!!

Edu my love! Continua sempre assim. És genuíno e tudo o que isso tem de adjectivos; puro, natural, próprio, verdadeiro, legítimo, franco, sincero, sem mistura nem alteração. És uma pessoa bonita por dentro e por fora. Tens chocolates? Hehe. Isto tudo é para te cravar qualquer coisa…hehe.

A nossa família a compor-se. Será que vou conseguir chegar ao fim da lista???
Tenho que actualizar o mapa dos hotéis e estou para aqui a fazer cócegas ao meu imaginário…
Xana, minha irmã mais nova! Se bem que isso às vezes chateia-me porque tenho de saber por terceiros o que se passa contigo. Só por causa disso estou com as tuas havaianas e tomo banho com o teu gel de duche. Qualquer dia roubo-te as cuecas. Na verdade tu és uma grande maluca! Adeus

Elizabetha di Felice lei è tesoro. Fare non lei va per l'Italia è stato con noi. L'adottiamo! Amo del suo spaghetti. Abbiamo bisogno del vostro cotto. Con lei una tazza di vino è sempre piena e la casa è stata felice. Lei ha un abbastanza evviva di presenza e libera su. Amo del suo un tranquilidade. VAMOS VER GAJAS EM MONTE ABRAO! (tentativa forçada de falar italiano, hehe)

Leonor, ‘bora beber uma ginjinha? Está ali uma tasca escondida. Mas não podemos demorar muito tempo porque as tabelas esperam por nós. Tu com a questão bancária e eu com as caminhas quentes de cada um.
A minha desculpa on-line pela seca dada na casa onde tudo acontecia. E o meu agradecimento por tudo aquilo que deixaste escapar e ‘por todos os cobertores que colocaste para não passarmos frio’. Minha doutora loira com a cara chapada da Vitoria nunca percas esse sorriso e essa alegria.

Pedro, papá Pedro, nosso tenor predilecto, mesmo quando parece mais distante consegue ser sempre mais presente que todos aqueles que o tentam ser incessantemente. Não nos passa ao lado toda a preocupação para connosco. Nem o orgulho que finge não ter. Muito obrigada por esta experiência e oportunidade. Parece-me mais correcto oferecer-lhe a si este agradecimento, pois, neste caso, é mesmo graças a si. Obrigado e estaremos sempre aqui :)

Elisa, mamã Elisa, tia Elisa, Liza Minelli, nossa grande protectora, formadora, companheira de noitadas quer em trabalho quer em lazer, você não presta mesmo. Cota maluca. Não se consegue colocar em palavras a totalidade e qualidade de instrução a seu lado, nesta abundância excessiva de acontecimentos instantâneos e consistentes. Tem uma cabeça extraordinária, uma essência bonita, confiante e optimista. Um coração desmedido. Um sentido maternal que nos consome e nos deixa completamente isentos de preocupações e quezílias. Em nome de todos, um muito obrigado por tudo! E daqui deste lado, nesta casa onde tudo acontece, ninguém a irá esquecer!

A todas as outras pessoas que fizeram parte desta passagem obidense, mais ou menos tempo, não pensem que estão esquecidas. Suzanne, Béatrice, Ana Cristina, vocês também estão nas nossas mentes, também são cúmplices de muitas das risadas e horas nocturnas bem passadas. As ginjas bebidas ao saber da baixa temperatura que se faz sentir nesta terra onde só se avistam muralhas. Nas muralhas onde todos passaram esta quinzena de acontecimentos múltiplos, vivências únicas, experiências igualáveis, sentimentos complexos e ilimitados.

Sábado, Agosto 11, 2007

a balada das vibrações...


Eu só quero ter mais lucidez para que com rapidez eu possa dizer ao mundo o que me vai na alma.

O tempo passa com o tic tac do relógio, assim passa também a vontade de observar e lucrar. Vivemos na patagónia dos sentidos e verdades de viver, mas a realidade dos factos é a verdade dos seres. Os seres que vivem por e para aparências sem nunca terem tocado na realidade do saber. A certeza de que tudo se tornará claro não existe nem nunca irá existir. O que existe sim é a permanência da essência. Os nossos valores, a nossa vontade, a nossa energia. A esperança que um dia a força ganhe respeitosamente a sua posição.

Um afastamento de momento pregado ao chão onde piso com rapidez esta distância que nos assusta. Numa rua estreita, onde Oppidum lidera e mantei o estado económico - financeiro equilibrado, alimento-me de vibrações, cheiros, sorrisos, preocupações, agonias provocadas pela ansiedade...

Sentada numa das muitas esplanadas desta vila, rodeada de desconhecidos, penso e vagueio por outras vilas que outrora foram fiéis aos meus princípios. Na aprendizagem de tudo isto sou violada por sentimentos que julgava inofensivos e inesxistentes que me obrigam a estar atenta perante o futuro. Algo que me assusta e ao mesmo tempo me mantem viva e com capacidade de persepção para futuras ruas direitas com ginja e pássaros de barro.

Nesta rua onde me encontro geograficamente acabo por me encontrar emocionalmente. Aqui, dentro da muralha onde ultimamente resido e me deixo adormecer ao som da balada mais acolhedora, a balada da paixão pela vida e tudo o que me rodeia.

Domingo, Julho 29, 2007



Talvez um dia quando acordar consiga ter a verdadeira percepção da amplitude desta coisa da vida a que chamamos sonho.

Agora no meio desta agitação constante, tento apenas pregar os meus pés ao chão com medo que lhes suscite uma vontade tremenda em quererem voar.


Aperto com força o meu peluche iludida com a sensação de segurança. Esperando não cair desta altura que desconheço.


À noite tento contar estórias de embalar, mas não tenho forças. Canto músicas para afastar o senhor papão que tem o dom de aparecer aos meninos e meninas com o único propósito de os assustar. Mas eu, sorrindo, solto um "olá" encarando-o como uma aprendizagem. Algo que me obriga a encarar os medos, levantar a cabeça e continuar de cabeça erguida a jogar à macaca, nesta macacada de vida.

Sábado, Julho 21, 2007

As Passagens momentâneas de um Código Inexistente...





Qual das passagens é vista com mais atenção?


A paragem muitas vezes é curta mas intensa! Pensa-se que se sabe tudo e na volta somos mais burros que uma criança de um ano.


O carro passa e a paisagem mexe-se.


Muitas são as vezes que não se sente a trepidação, nem se quer se ouve o carro a trabalhar. Olha-se em frente e ainda se vê muita auto estrada para se percorrer.


De óculos de sol colocados, música alta e vidros abertos, para deixar sair o fumo do meu cigarro, sorrio perante tanta estrada esburacada. Olho pelo retrovisor e vejo sentimentos que outrora me disseram algo. Agora nada têm de importante.


Um sinal triangular ao fundo avisa-me de algum perigo. Tenho de ter cuidado, diz-me. Agora sim! Estou a andar sobre a linha que me estimula os sentidos. A linha da adrenalina. A que me mantém mais atenta às passagens momentâneas de um código inexistente.

Quinta-feira, Maio 31, 2007

Procurando incessantemente o que não encontro...


Esta pesquisa mata-me o psíquico e não me deixa manter o corpo em sossego.
Sinto António Variações dentro de mim. Estou bem onde não estou, porque só quero ir onde não vou...

Que desça sobre mim uma luz inspiradora e me ilumine o caminho!

Quarta-feira, Maio 30, 2007


Segunda-feira, Maio 28, 2007

Carmina no Coração

É verdade que trabalhámos imenso. Talvez mais do que alguma vez trabalhámos.
É verdade que colocámos este trabalho à frente de qualquer outro trabalho.
É verdade que morremos para o mundo durante uns dias e que deixámos de estar com aqueles de quem mais gostamos, ou que deixámos de fazer tantas outras coisas que também nos fazem felizes. Mas muito honestamente valeu bem a pena!

Elisa, não me canso de agradecer esta oportunidade! Foi unicamente fantástica!
Obrigado por tudo! Pelos concelhos, pela paciência, pela experiência.

Pedro, uma agradável surpresa! Adorei! Ainda nos falta aquela TAL entrevista :)

Blue, és magnifico!

Miguel Calado, obrigado pela simpatia, amabilidade e toda a sua boa vontade.

E todos aqueles que por nós cruzaram e nos mostraram a alegria de se fazer aquilo de que realmente se ama, um muito obrigado!

À minha equipa, incluindo a minha Chefe :), apesar de muitos stresses e desavenças, conseguimos. Chegámos ao fim com tudo o que se tinha pensado. Tenho pena de não conseguirmos reunir todos no ultimo dia.

Quero mais!!!

Segunda-feira, Maio 14, 2007

Toca a ANDAR


Sexta-feira, Maio 04, 2007

Bodies...The Exhibition


Onde Palácio dos Condes do Restelo, Rua da Escola Politécnica Nr 42, em Lisboa
Quando A partir de Sábado, 5, até finais de Setembro
Horários Das 10 às 20, de Domingo a Quarta. Nos Restantes dias, das 10 às 23.
Preços 19,5 € aos dias de semana. 21€ ao fim-de-semana (adultos). Descontos para Crianças até aos 12 anos, estudantes e idosos com mais de 65 anos.
Porque não?
Beijos

Ego em exibição no Teatro da Malaposta



"Ego" é o título da curta metragem realizada e produzida pela Yamagoe Produções, que é agora exibida no Teatro da Malaposta, em




Lisboa - Odivelas, sábado 5 de Maio às 23h.




Este evento vem na sequência da procura e insistência constante de se poder mostrar e exibir este recente projecto cinéfilo, à priori produzido no âmbito académico.




Depois de exibido na RTP2 no espaço Caleidoscópio, da Universidade Lusófona, "Ego" chega agora ao Teatro da Malaposta, numa exibição que servirá também para reunião e convívio entre todos os que colaboram no filme, desde a "turma" de produção, aos actores da MFCasting que deram um belo rosto à nossa história (Maria João Falcão, Elmano Sancho, Miguel Freire, Sara Cipriano, Teresa Arriaga).




Numa postura de divulgação máxima e por todos os meios que hoje são possíveis, a curta metragem e respectivos traileer e teasers estão disponíveis no youtube nos seguintes endereços, sendo que em breve estarão também disponíveis várias versões legendadas.










Convida-se todos os interessados a marcarem presença no Teatro da Malaposta, no próximo dia 5, para visionamento e apreciação da curta metragem.




Poderão também aproveitar a ocasião para entrevistas com alguns dos actores.




Confirmem a vossa presença, devido à organização dos lugares disponíveis da sala, com Pedro Miguel Vieira através do e-mail






A não perder!

Quinta-feira, Maio 03, 2007

Apresentação do HOLA Lisboa – Festival de Cinema Ibero-Americano




A partir de 01 de Junho estarão abertas as inscrições para a Segunda Edição do Festival de Cinema Ibero-Americano, Hola Lisboa. Nesta edição, o festival repete-se numa versão alargada para toda a América Latina. O Evento, será realizado em Lisboa entre os dias 10 e 20 de Janeiro no Cinema São Jorge, em Lisboa.



O festival pretende dar a conhecer ao público português e estrangeiro o que se faz de melhor no cinema latino, desde os grandes realizadores até os jovens cineastas destes 23 países envolvidos. Nesta edição, o requisito de participação dos filmes é a nacionalidade do realizador, independentemente do País de produção. Pretende-se dar a possibilidade de participação aos vários profissionais Ibero-americanos que se encontram a trabalhar no estrangeiro, como é por exemplo o caso dos radicados nos USA.



A criação deste festival surgiu com o intuito de fomentar a cooperação e preencher a lacuna intercultural entre estes países que têm raízes culturais tão próximas. Nomeadamente, no que toca ao cinema, acreditamos que o Hola Lisboa pode contribuir ainda mais para que este intercâmbio se proporcione.



Com esta iniciativa, deixaremos um canal mais aberto para que futuras parcerias cinematográficas sejam estabelecidas. Poderá ser a oportunidade de novos encontros, discussões e cooperações mútuas para que a indústria do cinema Iberoamericano seja unificada.



Para a premiação com o "Galo de Ouro", estarão em disputa o melhor filme de longa metragem, melhor filme de curta, melhor argumento, melhor direcção de fotografia e o grande prémio do júri. Uma grande novidade é também a criação da categoria "Soap Opera" para premiar a melhor produção de telenovelas, este, um fenómeno tipicamente latino e que vem sendo cada vez mais difundido pelo resto do mundo.



A prioridade na selecção será dada aos candidatos cujas obras tenham a qualidade artística e técnica necessárias para representar a cinematografia da região.

As informações complementares encontram-se no site do festival: www.holalisboa.com





Toca a aproveitar!




Beijos

Domingo, Abril 29, 2007

O Paixão agradece..


... e tu também.


Já vi. Gostei. E aconselho!
A todos os amantes do Cinema Português.
A todos os amantes do Cinema no geral.
Mais uma vez se nota uma grande vontade em se querer dar o salto. Aos poucos vamos conseguir.


Aviso, antes de mais, aos mais atentos...Sim! Tem erros. Como tantas outras coisas.


Tenham atenção aos diálogos. Estão fenomenais!
Tomem atenção à historia. Está muito bem pensada!
Vejam a prestação do Ivo Canelas. Que actor excelente!


Agora...quanto aos erros...descubram-os vocês e depois comentei-mos.


Não percam esta oportunidade. A partir do dia 3 de Maio.
Entretanto podem espreitar em O Mistério da Estrada de Sintra

Paixão, tás cá dentro!


Terça-feira, Abril 24, 2007

Bora p'á Felicidade

Caríssimo amigos e amigas, conhecidos e conhecidas, fãns de um modo geral e todos aqueles e aquelas que ainda não nos conhecem, depois do estrondoso sucesso que aconteceu em Outubro/Novembro na Galeria Zé dos Bois, o espectáculo DA FELICIDADE está de regresso agora no CHAPITÔ.

Com estreia marcada para o próximo dia 26 de Abril às 22h00, este muito feliz espectáculo estará à vossa espera até ao dia 20 de Maio, de 5ª feira a domingo sempre às 22h00.

Apareçam, tragam um amigo ou um desconhecido, a namorada ou o avô, a vizinha do 3º D ou a professora de ballet, o senhor da EMEL ou o Mantorras e venham ser um pouco mais felizes.

Contribuam também para a nossa felicidade e a felicidade da humanidade e divulguem esta boa nova.

Beijos e abraços distribuidos indescriminadamente

TRUTA

RESERVAS: 218 855 550 - 96 526 47 05

Sexta-feira, Abril 20, 2007

É só escolher...a cidade












Mentira – confronto com o real e sua decepção




O que é dito. De quem é dito. E como é dito.

Porquê? Para quê? O que ganhar?...

Na verdade não há muito a dizer… é triste, mas na realidade não há nada como o cão.

Terça-feira, Abril 17, 2007

Confiança, receio, auto defesa, cobardia…




Até que ponto ou a partir de que momento é que estes quatro pontos se entrelaçam?

Pode-se dizer que até se tem confiança numa pessoa, mas sei lá o receio de não aceitarem o que temos para dizer misturado com a cobardia de não querermos enfrentar os outros…

Depois também se pode dizer que numa posição de auto defesa nos deixamos ficar no nosso conto sem dar o braço a torcer. Sem deixarmos espaço que nos provem que podemos confiar.

E a verdade é que, há pessoas que fazem questão em estarem presentes em qualquer decisão que se tome.

O entrelaçar…respeita-se?

Estes quatro pontos podem parecer completamente distantes e desligados uns dos outros, mas na verdade estão mais ligados que nunca. E isto porque o ser humano, por si só, é uma bela mística de tantas formas de estar e de pensar, de se defender, de lutar, de se afirmar.

A demonstração de cada um destes aspectos passa muitas vezes pela patética acção diária em não assumirmos certas e determinadas situações.

É isso sinal de desconfiança? Pela vida? Naqueles que fazem parte da nossa vida?

E o entrelaçar… despreza-se?

Confiança? O que é isso? É mesmo importante? Será mesmo que temos confiança plena em alguém?

Por favor, nem em nós próprios podemos confiar, não me venham com merdas de sentimentalismos neste mundo materialista e alheio de qualquer sentido de senso. O mais importante é mostrar a nossa presença perante o inesperado, perante o quase impossível “de”.

Estarei errada?

Quinta-feira, Abril 12, 2007

ANDAMOS À ESPERA DE QUÊ MESMO??!


Quinta-feira, Março 29, 2007

Comunicado Pessoal ...



"Como tourear
os espanhóis e
sair em ombros"




Serve o presente para demonstrar ao fantástico autor toda a minha profunda gratidão e afecto, quanto ao seu desejo em me querer surpreender com a oferta do seu livro.

Não tinha nada que se ter incomodado.

Assim sendo, terei todo o gosto em o receber para garantir, em primeira-mão, o seu gentil desejo.

Deixo então o meu e-mail,
meioca@hotmail.com, para me comunicar quanto ao dia, à hora e ao local. O telemóvel é…

…Samgung (o modelo é um qualquer) com câmara digital VGA f=3.3mm 1:2.8



Com os melhores cumprimentos,



ADP

Terça-feira, Março 20, 2007

GrOw Up


Só agora posso colocar o ponto final naquela frase.
Só agora posso assentar agulhas.
Só agora posso colocar o último tijolo naquele pilar. Aquele que construí ilusoriamente.

Agora….

… agora já não há volta a dar.
… agora com garra e determinação inicio uma nova frase, dispo-me de receio e enfrento as agulhas. Então depois, e só depois, cavo uma fossa. Coloco lá dentro um andaime e os quilos de cimento do conhecimento e experiência que adquiri. Se o andaime se segurar… Bom… se o andaime se segurar, então acho que posso começar a colocar os tijolos… e assim progressivamente construir algo sólido e consistente.

Mas…e se o andaime não se segurar?

Bom, se o andaime não se segurar… das duas uma:

Desisto! Vou para casa, agarro-me à net e tiro daqueles cursos cibernéticos de engenharia civil. Tento construir algo com água e farinha… qui çà

Ou então,

Convoco alguém que perceba do assunto, certifico-me que é um bom panasca que de maneira nenhuma se vai importar com o facto de eu assinar o meu nome por baixo e nem contesta.

Ou posso ainda optar pela terceira opção que não mencionei em cima

Tento novamente pelas minhas próprias mãos. Ficando com o meu próprio mérito das consequências da aplicação do cimento.


Por agora… vou tentar dar um passo mais à frente.

E com isto, acho que só agora é que a porta anterior se começa a fechar… o que é bom, porque se virmos bem, as correntes de ar fazem sempre mal… ou não?

Beijos

Sexta-feira, Março 16, 2007

URGENTE!!!

Malta amiga, produtores e produtoras, gente da massa e do papel, pessoal conceituado e com nome, façam o favor de abrir cordões à bolsa e financiem uma curta-metragem de dois grandes futuros “alguém” no mundo cinematográfico português. Confiando, claro está, na nossa dedicação e competência.

Há que dar valor aos homens e mulheres de amanhã. Nós, gente nova, fazemos parte do futuro do nosso país.

Queremos que Portugal deixe as suas pegadas na passadeira vermelha.
Queremos levar Portugal ao palco da Kodak Theatre.
Queremos que Portugal receba um bonequinho revestido a ouro.
E como tal, através de nós.

Mas, minha gente vá lá, agarrem em nós. Abram bem os olhos e vejam o que realmente é bom, genuíno e original.

Verão que não se irão arrepender!

Quinta-feira, Março 01, 2007

Noite de Óscares!!!!

Não! Não vou falar dos nomeados e premiados da noite de Óscares. Para isso há inúmeros sites e blogs com essa informação. Vou apenas contar onde estive na noite dos Óscares.

Rádio Clube Português. Ora nem mais. Pela primeira vez a voz aqui da Je apareceu na rádio. Em directo. Durante, mais ou menos, 4 horas seguidas.

É verdade, como aluna de Cinema da Universidade Lusófona fui comentar (ou não, hehe) a própria noite dos Óscares.

A todos os responsáveis, por esta oportunidade, um muito obrigado. Foi, sem dúvida, uma experiência fantástica. Um ambiente óptimo, um actor extremamente cómico (private joke…) e um chá escocês que por vozes traz conclusões inesperadas.

Ao Realizador Hugo Maher, hehe, que me acompanhou, também um muito obrigado por me ter feito companhia nesta noite de altas pulsações.

Um beijo

Domingo, Fevereiro 18, 2007


Sei que se comentar sobre mais algum filme, este blog vai parecer mais temático do que qualquer outra coisa. Porém, estou-me nas tintas para aquilo que possam, eventualmente, pensar sobre os objectivos do meu blog. Até porque, tenho uma leve sensação que nem eu própria sei ao certo objectivar esses mesmos objectivos.

"Mon idole" de Guillaume Canet, com o próprio Canet como actor. Um filme, como já devem ter calculado, Francês. Com aquela característica típica francesa. Uma historia simples que através da sua subtil inteligência obriga nos a contactar que, de facto, quando se venera alguém não se consegue ver mais nada à frente. Um filme um quanto suigeneris, onde somos quase que obrigados a ver.

Bom, espero que vos tenha criado uma certa curiosidade.

Um beijo

Domingo, Fevereiro 04, 2007

RETURNING


No mesmo vilarejo em que as irmãs Raimunda (Penélope Cruz) e Sole nasceram, Irene (Carmen Maura), mãe das duas, morreu em um grande incêndio.

Raimunda casou-se com um desempregado, que está sempre bêbado, com que ele teve uma filha;

Sole sobrevive ilegalmente como cabeleireira e separou-se do marido. Suas rotinas são alteradas quando, das cinzas, Irene reaparece. Primeiro apenas para sua irmã, Paula, que também falece logo em seguida.
Após a morte, ela começa a reaparecer na vida de todos aqueles com os quais deixou assuntos pendentes, o que inclui suas filhas. Quer resolvê-los. As três gerações de mulheres passam por momentos delicados, humorísticos, levemente dramáticos e, entre doces mentiras e duras verdades, permanecem juntas, sem perder os elos familiares.
Pedro Almodóvar, o director de Volver, diz que não quis fazer uma comédia surrealista, mas que o trabalho pode até ser encarado desta forma. Penélope Cruz, Carmen Maura (que volta a trabalhar com o cineasta após longos anos), Yohana Cobo, Lola Dueñas, Blanca Portillo e Chus Lampreave receberam em conjunto o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes. A Espanha indicou o trabalho para concorrer ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro 2006, mas especula-se que ele poderia ir até mais longe.

in http://www.guiadasemana.com.br/film.asp?ID=11&cd_film=1326

Sem duvida. Há que morrer para VOLTAR a nascer!

Não percam esta oportunidade.

Um beijo

Segunda-feira, Janeiro 29, 2007

I am tired, I... I'm tired, I'm... I'm tired, I'm exactly the same

A vida é uma verdadeira loucura!
E até me provarem o contrário irei defender esta frase que, por si só, é uma verdadeira louca.

Até que ponto se pode dizer que não se tem nada?
Até que ponto se pode dizer que se tem tudo?

Quando acaba o mês? Pergunto eu.
Quando pára o coração de bombar a mil? O nó no estômago? As agonias? A nostalgia?

Não! É que eu preciso de comer. Aliás, preciso de saborear os alimentos. É que, caso não saibam, eu não consigo comer quando o stress me consome.

Dêem-me paz, por favor!

Devo andar mesmo senil, porque neste momento gostava de ser o Paulo Bento “Tranquilidade…levo a vida com tranquilidade…”

Um beijo

Agora sim…

"Cuidado com as palavras!"

“Então não é que cheguei lá e… eles estavam em fila, todos nus…”

“E tu?”

“Epah, eu… disse-lhe logo: «Comigo não, violão!»”

“E eles, vêm hoje?”

“Eu disse-lhes «É melhor virem todos hoje antes que a Fátima se vá embora…»”


Na distância encontro a razão
Correndo, fugindo, desesperando, suspirando
Motivo de tanta emoção.
Caminho agora sozinha
Em busca do melhor
Penso... voo...
Não sei dizer, não sei falar
Estou longe... o tempo passa
O caminho fica
Nada sei...
Quero ir, quero seguir o caminho
Não fico, vou!
Serei apenas eu
Agora aqui.
A porta está perto
A entrada longe
Corro para o wall
Esqueço-me da porta
Sem porta não há entrada
Sem entrada não há wall
Tudo tão distante
Tudo tão unico
E ao mesmo tempo tudo tão
Complementado.
Vou! Quero ir! Vou entrar!
Já estou à porta, vou bater.
A distância cada vez mais perto
O sentimento mais sentido
A vida com mais valor
O valor do sentimento na distância sentida!

Mesmo longe, estarei sempre perto, canhão de navarone.


Um beijo

Domingo, Janeiro 21, 2007

Tentativa de postada decente...

Agora com nova imagem, julgo já ser quase como que obrigatório colocar aqui alguma postada decente e com algumas novidades…

Pois bem, começo por onde mesmo…

Tenho andado com alguma falta de tempo, ao qual alguns de vocês se queixam que não tenho dado muita atenção. Dia 25 deste mês é o derradeiro dia após 4 anos de oculista. Ao mesmo tempo, a minha luta incessante em mostrar a minha alegre existência perante produtoras e a fins tem continuado.

Mas… antes de tudo isto porque não falar da passagem d’ano? Ah pois eh bebé… Paris!


Assim, sem mais nem menos “porque não vamos até Paris?” Como devem calcular, não se pode negar a uma pergunta destas! E assim começou uma viagem estonteantemente louca e jamais esquecida.

Para nunca mais esquecer as 38h sem pregar olho, os soldadinhos de chumbo, o “em busca do café escondido”, o bus em Paris city, e… alguém por lá encontrado.

Tinha pensado em escrever tanto sobre esta viagem, mas a verdade é que, desde que aqui me sentei para o fazer, não consigo. Ponho-me a pensar em tudo o que se passou por lá e deixo-me mergulhar pelas saudades de um tempo magnífico. Aquela cidade é simplesmente mágica.

Seria bem capaz de lá morar durante uns tempos…

Bom, mas visto que nada mais me ocorre contar, deixo aqui o meu desejo para um 2007 cheio de coisitas boas para todos vocês e já agora também para mim que também ando a precisar.

Beijos, beijos


Ano novo...



... vida nova!






E como tal, aqui está nova imagem dos Carateres Inúteis. Espero que gostem.






Acho que ainda vou a tempo de desejar um Feliz 2007.








Beijinhos e até breve, espero!

Terça-feira, Dezembro 26, 2006

Nascer de Novo

Adormeci numa história que em tudo se confundia… Seria a realidade? Ficção?
Tal como anteriormente referi…tudo se confundia… Mas era uma confusão aprazível de se viver. Ansiosa de se sentir. Uma confusão que nos ilude e ao mesmo tempo nos dá força. Uma lufada de ar fresco para aquela história de príncipes e princesas que arrumámos numa gaveta quando ainda éramos crianças. Quando ainda não nos desapontavamos com a realidade da vida.

Espero por ti em Paris”. David Marle e Diana Mendonça os grandes culpados desta noite de sonhos confusos. Os que te foram buscar àquela caixa de cartão que deixei, há não muito tempo, fechada, no gavetão, do meio, da minha cama.

Ligeiramente apanhada por uma vaga de nostalgia, penso… sinto saudades do teu sorriso. Da tua ansiedade em me querer contar algo de novo. Dos saltinhos que dás quando estás nervoso. Do teu ar perdido quando chego demasiadamente perto… quando invado “o teu espaço”, quando entro na tua bola de “actimel”…

Senti… esta manhã quando acordei e me apercebi que passaste a noite comigo… saudades de ti.



Saudades de nós… da nossa inocência e ingenuidade…

Não percebo o que, de facto, correu mal entre nós. Não percebo, de todo, porque razão estou a pensar nisto agora. Porque apareceste no meu sonho. Porque me beijaste e te foste embora. Não percebo.
Tento seguir com a minha vida em frente, sem ti, sem nada que a ti diga respeito, mas estou sempre a ser apanhada com algo da tua vida.

Há praga maior que esta?

Alguns cientistas afirmam que os sonhos nos ajudam a processar as nossas experiências diárias, a lidar com as nossas vivências e a resolver problemas do dia-a-dia. Há quem diga também, que são uma forma de aprendizagem.

Mas é sobre isso mesmo que eu me questiono e me enfureço. Se alguma vez tivemos algum problema, já não o temos. Nós já não temos nada um com o outro. Já não há nada que nos une. Tudo o que eu tinha que aprender sobre “o-que-fazer-quando-nos-apercebemos-que-gostamos-de-alguém-que-não-sabe-ao-certo-a-forma-como-gosta-de-nós” já tu me ensinaste nas tuas indecisões diárias, quando eu ainda te dava a importância que achava que merecias.

Há quem diga também, que quando alguém, que já não vemos há algum tempo, marca a sua presença no nosso sonho, aparece com o único propósito de nos transmitir uma mensagem. De nos dizer algo.
Peço-te,

Por tudo de bom que ainda conseguimos viver e sentir, numa altura em que rir era a nossa prioridade. Em que a “casa regular formada” era presença obrigatória nos nossos dias de patetice,
Imploro-te:

Podes deixar-me viver descansada? Sozinha ou com alguém, não importa. Mas sem ti? Podes parar de aparecer do nada e fazer aquele olhar que só apetece agarrar-te até mais não? Podes parar de ter crises de ciúmes dos meus amigos? Podes parar com essa vontade em provocar em mim uma crise de ciúmes? Podes parar?

Podes fazer isso por mim? Por ti? Por nós?

Ano novo vida nova! Que me dizes? Segues a tua vida e eu sigo a minha. Pode ser?

Não custa nada tentar…

Sexta-feira, Dezembro 22, 2006







A mesmo todos!!!



Beijos

Domingo, Dezembro 10, 2006

Porquê?...

Recebo uma mensagem de alguém que não conheço. Ou pelo menos não estou a ver quem seja. Manda-me um abraço amigo. Muito amigo, aliás.

Mensagem essa que me obriga a constatar que este espaço não é actualizado há já algum tempo.

Na realidade eu sinto vontade de escrever mas… queria escrever sobre aquilo que não posso. Posso apenas escrever sobre aquilo que não quero.
Na verdade, quero sempre aquilo que não posso e tenho sempre aquilo que não quero. (Estes trocadalhos do carilho matam-me… mas estou sempre a faze-los…)

Tenho que o saber admitir… na verdade sou uma frustrada!

Abraço? Até aquele abraço não o posso ter. Aquele que quero tanto.

Tantos sítios em Lisboa e fui parar precisamente naquele onde não parava há já, sensivelmente, 5 anos. Qualquer coisa como 1800 dias, aproximadamente.

Naquele sitio onde eu posso dizer que fui feliz. Que fui apenas eu. Tinha o que queria na altura. Mas, como nada na vida é eterno, essa vontade, esse querer deixou de ter sentido. O interesse entrou na morgue e deu lugar à procura. À procura de algo diferente.

Aqui, neste sítio igual a tantos outros, mas diferente para esta alma insana, paro por breves minutos.
Finjo incessantemente uma felicidade inexistente. Procuro reencontrar-me. E só hoje consigo admitir esse facto.

Mas isto são apenas palavras soltas. Caracteres inúteis, se quiserem dizer. Porque, hoje senti também que ainda quero…

Por muito que tente, não consigo encontrar maneira de não querer…

Porquê?...

Terça-feira, Novembro 14, 2006

Um pedido consciente...


Sentada numa cadeira semi – confortável, num café semi – confortável, paro observo e escrevo.
O mundo à minha volta está repleto de lésbicas e gays. Se bem que gays engloba tanto os casais homens como os casais mulheres. Mas julgo que conseguem perceber.

Estou aqui à espera nem sem do que…
Ou por outra, estou aqui à espera que o tempo passe. Tempo inútil que me obriga a observar de forma negativa tudo o que à minha volta povoa.

Atrás de mim, estão pessoas que, de uma forma ou de outra, são conhecidas do grandes publico. Muitos deles também com tendências gay. Repare-se que não condeno isso ate porque nunca podemos falar sobre algo que não conhecemos, que não experimentámos. Mas a realidade é que, cada vez mais o mundo está rodeado deles.

Mas os que estão atrás de mim, esses que pensam ter piada, riem-se.

Mas riem num tom tão alto que o vidro duplo que nos separa não consegue ser suficientemente potente para abafar aquela poluição sonora.

Do que riem, para quem riem e como riem é algo que ainda não percebi muito bem. Alias, nem eles. Uma objectiva faz destas coisas. Criam um efeito estúpido em pessoas normais que se julgam importantes por fazerem coisas estúpidas.

Por isso…

Imploro a todos aqueles que me conhecem que me dêem murros na boca quando, um dia, chegar a este ponto de profundo desinteresse e estúpido esquecimento das minhas raízes.

Beijos

Sábado, Novembro 11, 2006

Hapiness


"Why don’t you stay?
I’m feeling lucky today
Give me a chance and I’ll show you the way
I know same day you will be mine
You will know it soon it’s a madder of time

Hoo lets me hold your hand
Please let your heart beat again

You know I day dream of you
I’m so in love it’s a good to be true
You make me smile
As I look in your eyes
My heart is fool
Like my very first time

It’s like I was born again
I just can say how happy I am

Hoo lets me hold your hand
Please let your heart beat again

Hoo lets me hold your hand
Please let your heart beat again"

Domingo, Novembro 05, 2006





Neste momento quero apenas sentir a tua luta.
Quero observar cada passo que dás. Cada obstáculo que ultrapassas.
Quero ver se desistes à primeira queda.
Quero sentir a tua força.

Quero ver-te lutar! Quero ver-te suar.

Não irei reagir. Ficarei apenas a observar.

Esperando…
… sentir o teu suor.

Sábado, Novembro 04, 2006

Fácil de Entender

Talvez por não saber falar de cor, imaginei
Talvez por saber o que não será melhor, aproximei
Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós...sei lá eu o que queres dizer.
Despedir-me de ti, "Adeus, um dia, voltarei a ser feliz."

Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir.
Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender.

Talvez por não saber falar de cor, imaginei.
Triste é o virar de costas, o último adeus sabe Deus o que quero dizer.
Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim...
Escutar quem sou e se ao menos tudo fosse igual a ti...

Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir.
Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender.

Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir.
Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender.

É o amor que chega ao fim. Um final assim, assim é mais fácil de entender...

Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir.
Se por falar, falei, pensei que se falasse é mais fácil de entender.

Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir. Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender.
The Gitf

Terça-feira, Outubro 31, 2006

Quando não há mais nada para escrever…

… escreve-se porcaria. Como esta, onde só há registo de um valente gasto de caracteres. Só para satisfazer o desejo da escrita. Ou isso ou o conceito de terapia ocupacional acabou de ganhar um novo estilo. Ou, ate mesmo quem sabe, isto não passa de uma pura e honesta demonstração de perda de tempo. Ou seja, escreve-se por escrever, tal como “O Bicho da Escrita” que Rui Zink, também ele num acto de loucura e demência brutal, decide falar, ou melhor, escreve sobre o mesmo tema. Bom, mas isto não passa de uns meros caracteres inúteis…

Domingo, Outubro 29, 2006

O que é Nacional é bom...mas niguem vê!!

Às vezes acontecem coisas que não consigo compreender.

Fico triste.

Talvez por saber que estou no mesmo caminho, a seguir no mesmo carro, rumo ao mesmo destino.


Deixa-me triste.


Este anúncio português premiado internacionalmente NÃO PASSOU na nossa televisão.

(Cliquem na imagem)

É ou não é triste?

Alucinações


É sempre bom estarmos o dia inteiro em casa sem vontade de fazer absolutamente nada. Principalmente quando a febre não baixa, a tosse não desaparece e a narina está congestionada.

Com alegria faço zapping na esperança de encontrar alguma coisa que me prenda a atenção. Segundo round… e …

Mas não há nem uma única coisa que seja???

“Duarte e C&A”! Excelente.

Sofá, cobertor e a companhia do Duarte.

Acabou. Muda de canal.

“Fame”! Muda apenas a posição no sofá. De resto tudo igual…

Devo ter tossido hoje umas trezentas mil vezes. Trezentas mil vezes que devo ter dito um pequeno “ai” no fim de cada tossidela. Trezentas mil vezes que devo ter dito “boolas”…

É tão bom estar doente, não é?

Quarta-feira, Outubro 25, 2006

Segunda-feira, Outubro 23, 2006

MOMENTOS DE REFLEXÃO


Perguntaram ao Dalai Lama….

“O que mais te surpreende na Humanidade?”

E ele respondeu:

“Os Homens… Porque perdem a saúde para juntar dinheiro,
depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.

E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem-se do presente de tal forma, que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.

E vivem como se nunca fossem morrer…
… e morrem como se nunca tivessem vivido.”



“Já agora, vale a pena pensar nisto…”

Herói na contra-ordenação
















Há um fenómeno estranhíssimo que nunca percebi muito bem.

Alias, nunca percebi mesmo e ponto final!

Quando estamos entulhados no transito e ao longe se consegue avistar 1 semáforo que sustenta a cor do glorioso, é notório o “ligeiro” movimento na via.

Ou seja, ao contrário do que nos diz o código, o povo português em hora de stress, avança quando o sinal está encarnado!

O mais estranho disto tudo é que é uma contra-ordenação colectiva. Ninguém buzina, ninguém refila. Nada!

Algo de estranho, não?!

Terça-feira, Setembro 26, 2006

O Gabi é que sabe



"Muda que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente
Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura

Na mudança de postura a gente fica mais seguro
Na mudança do presente a gente molda o futuro"

Quarta-feira, Setembro 13, 2006

Mais, mais, mais...


...
um curso, mais uma dor de cabeça, mais, mais, mais, mais... uma alegria de seu nome Guionismo. Será desta que se vê o fim de Tempo do Tempo? Será desta que a Velha morre? Será? Daqui a 4 meses... Qui çà.
Whish me luck!!!

Segunda-feira, Setembro 11, 2006

And the winner is…


CASA MÉXICO

Obrigado a todos!

Um Beijo

Quinta-feira, Setembro 07, 2006

Precisa-se…


…sugestões para um bom restaurante mexicano em Lisboa.



URGENTE!!!

Domingo, Setembro 03, 2006

Em jeito de cliché



Tudo o que é bom acaba de pressa.

De volta ao trabalho. De volta ao mundo da blogosfera. De volta à vida cruel e ingrata.

Acabou-se a papa doce.

Acabaram-se os miminhos, as massagens, as festas de tudo e mais alguma coisa (festa por ser festa), acabaram-se as viagens, acabaram-se…

Mas nada de chorar! As ferias foram EXCELENTES e por isso mesmo há mais energia no ar. Mais garra, mais vontade.

Levantar a cabeça e seguir em frente. Já é quase Natal, pessoal. Por falar nisso, preciso de trocar de carro (hehehe) …

Beijos e até breve.

Quinta-feira, Agosto 17, 2006

Amanhecer...




Foi ao acordar que me apercebi como a manha estava bonita! Os bons dias dados de forma diferente...Vinham de longe...

Foi ao acordar que me apercebi da tua presença. Aliás, tenho sentido a tua presença desde que te conheci... É estranho e bonito ao mesmo tempo.

... O medo puxa-me para trás e nao me deixa avançar. São meros sinais de um passado mais triste.

Foi bom ter acordado contigo!

Um beijo

Sexta-feira, Julho 21, 2006


É só isto que eu tenho para dizer: Férias!!!

Estou tão cansada que nem sei escrever mais nada.

No fim de três semanas de árduo trabalho acho que nada mais merecido do que uma semaninha de férias!

É caso para dizer ATÉ PARA A SEMANA!

Beijos

Segunda-feira, Julho 03, 2006



Ao longe 4 surdos-mudos comunicam alegremente entre si. Vistas bem as coisas, gesticulam alegremente entre si.

Junta-se uma quinta pessoa, também ela surda-muda.

Estou no café nem há dois minutos e é curioso como fui atraída pela mesa menos barulhenta. Pela mesa mais alegre e … mais silenciosa de todo o centro comercial.

À minha volta estão mais 6 mesas, todas elas repletas de pessoas, mas nenhuma delas, nem mesmo eu, consegue transmitir tanta alegria através de um simples olhar…

Eu, tal como todas as outras pessoas das 6 mesas que me rodeiam, fui dotada de todos os sentidos à nascença, mas sinto que eu é que sou diferente! Eu! Mas aquela mesa ao fundo não!

Muitas vezes preferimos não ouvir, preferimos não falar quando sabemos que podemos louvar o facto de o podermos fazer!

Quinta-feira, Junho 29, 2006

Só para fazer jus ao nome do Blog


O sol invade o sossego do meu quarto. Acordo! Saio de um mundo que nem eu própria conhecia. Coisas de sonhos esquisitos.

O sol chama por mim e convida-me a tomar o pequeno-almoço na varanda. Aceito! Porque não?!

Começo a sentir o corpo quente e agradeço o convite. Uma gota de leite que cai no chão faz-me parar para pensar. Agora sim, acordei!
Vou-me fazer à vida…

Terça-feira, Junho 20, 2006

E porque não falar do jantar?...


Bem sei que já se passaram uns diazitos… mas agora que posso divulgar mais uma parte da vida do Segundo zUm, ou seja eu, não vou deitar fora esta grande hipótese de dar a conhecer este maravilhoso jantar.

O que haverá a falar? Muita coisa, pouca coisa. O mesmo de sempre.

Pela primeira vez, conseguimos juntar a turma (e mesmo assim não foi toda) para uma mega jantarada. Sem destino nem ementa, Fernando Pessoa esperava calmamente, no seu recanto, que os cineastas cumprissem o seu horário no ponto de encontro marcado por um professor que não compareceu.

Um grupo de colegas e amigos, tendo como fundo a boa camaradagem, encheram as ruas do Bairro Alto que, por si só, já se sentiam a abarrotar.

Após o jantar pouco ou quase nada me recordo, apenas na memoria a alegria de estarmos todos juntos.

Deixem passar as frequências, exames e tudo o que de nos exige esforço psíquico, que depois nós nos reencontramos.

Até uma próxima jantarada.

Sábado, Junho 17, 2006

Trabalhar num feriado à tarde


Acordei cedo. Dormia mais se não fosse o miar da minha gata…

Uma ligeira passagem pelo PC, ligar MSN + e-mail + ver o blog, tomar banho, vestir (já agora, adoro andar nua pela casa, principalmente após o banho), comer, voltar ao PC, desligar o PC e sair.

Julgo não me ter esquecido de nenhum passo.

Vamos mas é trabalhar. Há um montes de pontos que necessitam de ser alinhados, um story board para fazer, uma musiquinha de fundo porreira para ouvir, um excelente chá para beber e umas deliciosas bolachas para comer.

Como podem ver pela foto… está lá tudo! Esta era a nossa mesa de trabalho. Ou por outra, a mesa do Luís que cavalheiramente cedeu para trabalharmos num bonito feriado à tarde!

Após um árduo trabalho, nada melhor que um magnífico e insólito jantar! Com direito a uma salada feita pelo dono da mesa e da casa: O GRANDE LUIS!

Domingo, voltamos à carga!!!

Até lah!

Quarta-feira, Junho 14, 2006

Comecei a sentir uma vontade desmesurada em assinar o meu nome. Just!