
Até que ponto ou a partir de que momento é que estes quatro pontos se entrelaçam?
Pode-se dizer que até se tem confiança numa pessoa, mas sei lá o receio de não aceitarem o que temos para dizer misturado com a cobardia de não querermos enfrentar os outros…
Depois também se pode dizer que numa posição de auto defesa nos deixamos ficar no nosso conto sem dar o braço a torcer. Sem deixarmos espaço que nos provem que podemos confiar.
E a verdade é que, há pessoas que fazem questão em estarem presentes em qualquer decisão que se tome.
O entrelaçar…respeita-se?
Estes quatro pontos podem parecer completamente distantes e desligados uns dos outros, mas na verdade estão mais ligados que nunca. E isto porque o ser humano, por si só, é uma bela mística de tantas formas de estar e de pensar, de se defender, de lutar, de se afirmar.
A demonstração de cada um destes aspectos passa muitas vezes pela patética acção diária em não assumirmos certas e determinadas situações.
É isso sinal de desconfiança? Pela vida? Naqueles que fazem parte da nossa vida?
E o entrelaçar… despreza-se?
Confiança? O que é isso? É mesmo importante? Será mesmo que temos confiança plena em alguém?
Por favor, nem em nós próprios podemos confiar, não me venham com merdas de sentimentalismos neste mundo materialista e alheio de qualquer sentido de senso. O mais importante é mostrar a nossa presença perante o inesperado, perante o quase impossível “de”.
Estarei errada?
Pode-se dizer que até se tem confiança numa pessoa, mas sei lá o receio de não aceitarem o que temos para dizer misturado com a cobardia de não querermos enfrentar os outros…
Depois também se pode dizer que numa posição de auto defesa nos deixamos ficar no nosso conto sem dar o braço a torcer. Sem deixarmos espaço que nos provem que podemos confiar.
E a verdade é que, há pessoas que fazem questão em estarem presentes em qualquer decisão que se tome.
O entrelaçar…respeita-se?
Estes quatro pontos podem parecer completamente distantes e desligados uns dos outros, mas na verdade estão mais ligados que nunca. E isto porque o ser humano, por si só, é uma bela mística de tantas formas de estar e de pensar, de se defender, de lutar, de se afirmar.
A demonstração de cada um destes aspectos passa muitas vezes pela patética acção diária em não assumirmos certas e determinadas situações.
É isso sinal de desconfiança? Pela vida? Naqueles que fazem parte da nossa vida?
E o entrelaçar… despreza-se?
Confiança? O que é isso? É mesmo importante? Será mesmo que temos confiança plena em alguém?
Por favor, nem em nós próprios podemos confiar, não me venham com merdas de sentimentalismos neste mundo materialista e alheio de qualquer sentido de senso. O mais importante é mostrar a nossa presença perante o inesperado, perante o quase impossível “de”.
Estarei errada?
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